
Uma página informativa independente com pontos de vista de muitos sectores de pesquisa e experiências vívidas.
para a primeira página (homepage) com contribuições aditionais.
Caminhos de Cristo na consciência humana e na Terra.
A mesma é estruturada de tal maneira que na primeira parte se aponta o ajuste necessário para uma oração efectiva sem muitos esclarecimentos. A mesma pode ser modificada de tal maneira que corresponda aos próprios sentimentos. Ao invés da terceira parte, podem ser transmitidas também outras coisas a Deus. Orar lentamente e com força de imaginação:
Deus, minha origem, meu auxílio e minha esperança.
Junto com Jesus Cristo agradeço-Vos por tudo que vem de Ti.
perdoai-me pelo que me afastou de Ti.
Por favor me tornai criativo neste silêncio através de Teu espírito.
Guiai-me de maneira que eu não prejudique outros no seu caminho a Ti.
guiai-me para ajudar os outros no Teu sentido.
protegei-me no meu caminho*.
Inspirai as pessoas para deixarem decisões sobre a vida e a morte nas Tuas mãos **.
Ajudai aqueles que trabalham parra Tua criação***.
Guiai este mundo para a passagem para o Teu, anunciam um novo tempo.****
*) Aqui podem ser incluídos outros.
**) aqui podem ser incluídos detalhes, ou depois processados de maneira meditativa, como "Encerrar o balanço de violência e contra-violência", „remover a violência através de soluções de problemas de um de seus princípios básicos", „Tomar apenas aquelas medidas de segurança que permitam os direitos humanos dos cidadãos/cidadãs pacíficos", Efectuar um diálogo amistoso entre os de boa vontade das outras religiões", ... . Mateus 5:9; 26:52. As declarações de igrejas em inglês.
***) A natureza maltratada grita por auxílio. Seria tempo de pedir a Deus ou Cristo proteção contra as forças da Natureza. Isto não é porém substituto para a modificação necessária do comportamento humano em relação à Criação.
***)Lucas 11:2; 21:31. Apocalipse 11:16; ... ver também o Pai-Nosso, Mateus 6, 7-15. Deus pode dividir o Amor que for dado a Ele.
Os passos sagrados das religiões salientavam originalmente a luta das pessoas com seu próprio lado obscuro – tanto a Bíblia quanto o alcorão, o Zend Avesta ou o Bhagavadgita, ... e não guerras exteriores. Isto depois muitas vezes não foi notado ou mal-entendido. Hoje porém existem esforços de, através das semelhanças éticas resultantes das religiões, de se opor a decaída de valores desta civilização egoísta. Com isso as religiões mantém suas diferenças.
Oração e uma vida e trato no mesmo espírito são inseparáveis, ambas se suportam entre si.
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.
Jesus Cristo dava valor a que a dimensão para o comportamento moral e ético vivesse nas pessoas individuais, ao invés de apenas ter efeito em razão da pressão de uma norma ou costume legal. Esta interiorização não vem da mesma forma através de „marteladas" de fora, e sim pode se desenvolver através de uma vida na qual o „Amor para com Deus e para o próximo como para si próprio". "Amai uns aos outros" (João 13, 34) é a força que possibilita tratar isso, em concordância com a real consciência. O amor para com Deus pode pressentir estas metas superiores. Onde indivíduos, casais, grupos, etc., incluem este amor universal, a diferença se torna visível. Quanto mais isto viver em todos, tanto mais sem importância se tornam as prescrições exteriores detalhadas.
Entretanto, desse modo, os conteúdos, como por exemplo os dados nos antigos „10
Mandamentos" não são obsoletos em si, e sim confirmados dessa maneira. Os mesmos não estão
nos princípios básicos, porém submetidos nos detalhes da mudança cultural. Isto atesta do relato
de Moisés mesmo, que primeiro recebeu uma forma mais alta de ética, que porém trouxe uma versão
mais simples para a população aparentemente imatura. Estes princípios básicos éticos são
practicamente os mesmos no cristianismo, no judaísmo e no islamismo e em practicamente todas as
outras religiões se encontra algo semelhante, como foi mostrado na „Deklaration des Parlamentes
der Weltreligionen zum Weltethos" (Declaração do parlamento das religiões mundiais a
respeito da ética mundial) (ver nossa página de links). No núcleo se leva em questão na ética, Tratar
o próximo de maneira tão humana como se desejaria que se fosse tratado; ou seja: não prejudicar
os outros e sim ajudar o próximo. Isto é de importância para o destino, pois "será
colhido o que for semeado". Este é também o critério principal para a participação nestes
novos tempos, no qual é citada a oração do "Padre Nosso": "Teu Reino
virá!" (Mateus 6), e que no sermão da montanha se diz "Os bem-aventurados herdarão o
Reino da terra".
Em um sentido mais amplo surgem pontos de vista que são vitalmente importantes para os mais
diferentes níveis da existência humana. A ética do sermão da montanha é denominada hoje em dia
por alguns círculos cristão incorrectamente como uma „ética de sentimentos" não passível
de utilização imediata. A mesma não dá realmente de maneira automática uma instrução de
tratamento, por exemplo, para todas as difíceis decisões políticas. Porém uma régua seria no
final apropriada. Onde uma „ética de responsabilidade" ponderada humana levar a decisões
socialmente contradizentes, como a „ética de sentimentos" de indivíduos esperam na sua vida
privada, não pode ser esperado automaticamente que Jesus decidiria isto da mesma maneira.
O indivíduo é responsável pela sua parte nos acontecimentos. Também os grupos, etc. compartilham
a responsabilidade através das obrigações que exercem e/ou do „campo de ensinamento"
positivo ou negativo que eles representam. Eles precisariam assim também um Código de Ética (como
alguns grupos profissionais já possuem). Além da ética individual seria consultada em sequência
uma „Ética estrutural" da sociedade ou de partes da mesma. As leis não poderiam
substituir isso sozinhas graças a seus despotismos.
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Mandamentos de Moisés (2. Moisés = Êxodo 20) |
Ética no Alcorão |
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1. Eu sou o Senhor, Teu Deus. ...Não adorarás outros deuses além de Mim. (Não farás imagens de deuses...) 2. Não utilizar o nome do Senhor teu Deus em vão (pois o Senhor não deixará de castigar aqueles que usarem o seu nome em vão.) |
Não tomes junto com Deus outra divindade... (Sura 17,22*) |
(O entendimento relativo a uma "Ética mundial" não se relaciona com o conceito de Deus das diferentes religiões. Foi, por exemplo, por causa dos budistas apenas todos juntos que eles reconheceram uma "Verdade Final", ou seja: algo além da realidade material.) |
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3. Honrar o feriado / Sabat... |
...Ó fiéis, quando fordes convocados ... recorrei à recordação de Deus ... (Sura 62,9*) |
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4. Honrar pai e mãe (, enquanto tu viveres na terra que o Senhor teu Deus te dá.) |
Que sejais indulgentes com vossos pais..., dirigi-lhes palavras honrosas ...; e concedei aos vossos parentes o que lhe é devido ... (Sura 17,23-26*). |
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5. Não matarás |
Não mateis o ser que Deus proibiu de matar... (Sura 17,33 e 5,32*). |
Obrigação em uma cultura de não-violência e do temor de toda vida... |
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6. Não cometerás adultério * |
Evitai a obscenidade! (Sura 17,32) |
Obrigação em uma cultura igualitária e parceria do Homem e da Mulher, (contra o trato destrutivo da sexualidade...) |
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7. Não roubarás ** 9. Não cobiçaras as coisas alheias. 10.Não cobiçaras a mulher, empregado, reses, jumento nem nada que for de teu próximo. |
Quanto ao ladrão e à ladra, decepai-lhes a mão .... Aquele que ... depois da sua iniquidade, se arrepender e se emendar, saiba que Deus o absolverá ... (Sura 5,38-41*). |
Obrigação em uma cultura de solidariedade e uma ordenação económica correcta... |
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8. Não prestar falso testemunho contra teu próximo |
Ó fiéis, sede firmes ... em observardes a justiça, agindo como testemunhas, por amor a Deus, ainda que o testemunho seja contra vós mesmos, contra os vossos pais ou contra os vossos parentes mais próximos... Sura 4,135* (sobre a Burla vd. Sura 2, 188*) |
Obrigação em uma cultura de tolerância e uma vida dentro da verdade... |
*) Para enumeração dos versículos recorreu-se aqui à versão egípcia, usual nas comunidades islâmicas; noutras enumerações encontrará a referida passagem pouco antes ou depois.
**) Aqui foram interligados especialmente muitos diferentes detalhes de diferentes religiões. Isto poderia despertar o entendimento que nem para todos os mesmos detalhes precisam ser correctos. Assim antigamente não foram feitas muitas vezes suficientes diferenças entre os princípios religiosos e leis mundiais detalhadas para os fins actuais; isto não significa porém que valeria a pena se a fé e as leis sempre mostrassem contrastes de conteúdo cada vez maiores.
Pode ser de grande auxílio anotar em uma tabela as próprias imperfeições detectadas e
qualidades positivas, e seguir o progresso de maneira consciente. Existem várias possibilidades de
se trabalhar nisso:
1. O trabalho directo nas próprias qualidades problemáticas de acordo com os acontecimentos da
vida. Bons preceitos, etc. Isto também permanece importante com Jesus: "primeiro a trave no
próprio olho...". Também no Islão o trabalho em si próprio é válido como a "Grande
Gihad", a "Grande Guerra Sagrada", ou seja: como algo que é mais decisivo do que
todas outras discussões.
2. A reparação directa e o 3° Perdoar Mútuo, caso possível. Caso contrário, transmitir os
problemas em oração a Deus para uma solução e perdoar interiormente. Também isso permanece
importante em Jesus – também ele fala sobre o processamento nos mínimos detalhes. (ver porém o
5°)
4. Caso não seja possível, existe também a possibilidade de respectivas boas acções para os
outros do que prejudicar os mesmos. Muito é também limpado indirectamente por Deus, quando, por
exemplo, assume tarefas beneficentes. (Aqui existe também uma passagem fluida de puro
processamentos dos acontecimentos em acções livres e valiosas, e depois se torna relativo, quem
semeia e quem colhe', ver, por exemplo João 4,37.) Isto também é respectivamente válido Mateus
7,20-21: "...nos seus fructos vós reconhecereis. Não serão todos que dizem a mim: Senhor,
Senhor!, que irão ao reino celestial, e sim os que realizam os desejos de meu Pai no Céu".
5. "Pedi a Deus em meu nome", aqui para seu perdão e mercê para continuação do
desenvolvimento da vida. Este é o auxílio importante que uma ética humanística pura não pode
dar. O destino não precisará decorrer mecanicamente e sim a pessoa vive então como se fosse
guiada por Deus, tudo será então processado e desenvolvido como isto seja melhor vindo de sua
altíssima sabedoria para os indivíduos e suas comunidades.
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No texto do sítio da Web foram corrigidas directa ou indirectamente algumas das unilateralidades mais graves de algumas direcções teológicas – com ajuda de novos conhecimentos e métodos. Aqui será comentado sobre mais uma „Flor" dos modernos „escritores de sensacionalismo". Não incentivamos adicionalmente a publicidade deste bestseller, e sim a colaboração em seguida destina-se aqueles que conhecem este tipo de literatura e se sentem irritados com isso.
Com relação aos rolos de Qumran, este escritor tentou demonstrar que a maioria das apresentações do Novo Testamento sobre Jesus estavam incorrectas. Jesus e os discípulos, etc. seriam na verdade simplesmente rebeldes militantes contra o regime romano. *
Para dar maior credibilidade, esta afirmação foi embrulhada em um tipo de teoria de conspiração: Os rolos de escrituras descobertos em 1947-1956 na comunidade de Qumran foram mantidos em segredo em uma porcentagem de 75%, onde especialmente sábios da igreja católica teriam o controlo sobre os mesmos. Já isso é absolutamente incorrecto (o que foi determinado aqui), embora este sítio da Web não precise justificar nenhuma igreja, e não aceita principalmente um sigilo de escrituras cristãs. Muito mais a equipa de sábios foi composta de sábios católicos, protestantes, anglicanos, judeus e mesmo ateus. Em razão da multiplicidade de opiniões sobre os inúmeros e pequenos pedacinhos danificados, durou realmente muito até que tudo fosse publicado. Quando porém a versão original em inglês dos respectivos „materiais ocultos" literários surgiu, os textos de Qumran foram publicados em 80% da totalidade. Em 1992, um ano depois da edição de um respectivo livro de bolso sensacionalista, que continuava a afirmar que 75% do texto continuava a não poder ser publicado, foram realmente publicados os textos restantes. **
Sobre o significado dos conteúdos, os autores precisaram de apresentar um série completa de teorias atrevidas para, alinhando as mesmas, chegar até o acontecimento citado acima. Uma hora os rolos não eram mais dos tempos do pré-cristianismo, outra hora eram contemporâneos de Jesus. Estes escritos porém são provavelmente originários de diversas épocas e seus significado não são comuns. A comunidade de Qumran existiu durante muito tempo. A mesma não pode ser equiparada nem com os Essenos, nem com os militantes Zelotas, que depois tiveram a fortaleza de Massada um pouco afastada. Qumran poderia ser comparada com as actuais vilas ecológicas espirituais de hoje em dia. Os mesmos devem ter tido amplos contactos; dos Essenos eles tinham alguns costumes em forma modificada, dos sábios do templo de Jerusalém lhes foi confiado alguns registos sobre o tesouro do templo – o que confirma que eles não estavam envolvidos com as brigas contra os romanos, locais de guarda seguros eram apreciados -; e também poderiam ter havido contactos com alguns Zelotas.
Os autores também afirmam que os Essenos não eram monges de vida ascéptica, e sim combatentes de resistência militantes. Tudo que foi transmitido sobre os Essenos indica porém que era um povo de uma direcção pacifista, vegetariana de rígida crença judia, - mais de direcção esotérica, que buscavam um isolamento do resto do mundo em razão de seus regulamentos de purificação de origem zoroastrista, até mais forte que os monges contemporâneos. Nesta dita estimativa dos Essenos como militantes, foram atirados os Essenos e Zelotas dentro da mesma panela, sem que isso tivesse uma razão de fundamentos suficientes.
João Baptista, Jesus, e Jacó, o (meio-) irmão de Jesus, teriam os mesmos motivos militantes „como os Essenos". Também esta estimativa condicionada a anterior, apresentada como um facto, não é comprovada pelas escrituras de Qumran. Jesus, Jacó e João practicamente não podem lá ser identificados como tipo. Assim, por exemplo o „Mestre da Justiça, provavelmente uma personalidade líder desta comunidade, deve ter sido identificado como Jacó, o que é uma teoria que não pode ser comprovada. Também que o „Mestre da Justiça" tenha sido um Zelota radical, não é do conhecimento e improvável, porém pode ser que a comunidade tenha-o reconhecido como uma autoridade espiritual mais alta do que os decaídos sacerdotes do templo. Mesmo aquilo que foi informado sobre Jacó, não cabe dentro desta imagem de militante. Jacó (não o discípulo Jacó e sim o dito irmão de Jesus), que dirigiu a comunidade cristã em Jerusalém após a Crucificação, tinha segundo a tradição, um carácter extremamente equilibrado e tolerante. O mesmo precisou até sentar-se entre Pedro e Paulo, apaziguar ambos discípulos, para manter a comunidade unida.
E para continuar a afirmar que Paulo era um agente romano, que falsificou tudo, seria necessária mais uma construção artificial, que não pode ser provada, que os romanos teriam apenas encenado sua prisão. (No nosso texto "Caminhos de Cristo..." se pesquisa mais ainda sobre Paulo, entre outros que – tanto faz qual o ponto de vista de alguém para os padrões tradicionais, por exemplo, em relação a mulheres – de todas maneiras, suas experiências e reconhecimentos visionários são reconhecidos como autênticos; livremente apenas se alguém se der ao trabalho de se ocupar contínua a practicamente com tipos de experiências místicas, o que os autores sensacionalistas provavelmente não fizeram.)
Os rolos do Qumran são simplesmente algumas das muitas escrituras daquele tempo, as pedrinhas de um mosaico que dão informação sobre alguns dos costumes daquele tempo. Alguns outros escritos destes séculos são conhecidos desde há muito como apócrifos, e outros foram descobertos apenas em tempos recentes (como o achado de Naq Hammadi, que informa sobre as crenças dos antigos cristãos no Egipto.) Facto é que as pessoas em Qumran acreditavam em Deus e que eles eram semelhantes em muitas opiniões e costumes com os ensinamentos de Jesus –aqueles que estão na Bíblia e não os supostos ensinamentos militantes de Jesus dos autores sensacionalistas. É bem possível que João Baptista tenha se originado originalmente destas relações de crença rígida dos Essenos ou habitantes de Qumran, ou que era um hóspede bem-vindo lá. Da mesma forma se pode pensar que Jesus encontrou estas pessoas. (No nosso sítio da Web "Caminhos de Cristo" é entretanto também citado que ele visitou muitos círculos e que ele automaticamente não era originário da respectiva escola, cujos adeptos ele encontrou.)
* Existem outras especulações semelhantes sobre Jesus, que levaram a diferentes suposições. Update English / Deutsch.
** Se nota também que em tais livros não é citado o facto que em Qumran também foram achados antigos textos dos Evangelhos do Século 1, cuja comparação com os textos contemporâneos mostra que os mesmos foram passados de acordo com os originais.
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Para autorização de colaborações científicas.
Existem pessoas que nas questões de fé, necessitam apoio na observação externa, contagem, medição, pesagem, Jesus reconheceu nestes caso Tomás, que pode ser denominado como „Tipo cientista" dentre os discípulos, e assim, como um exemplo para muitos em nosso tempo. Quando ele teve ocasião de testar se realmente era Jesus Cristo que estava defronte ele, disse Jesus: "Não sejais incrédulo e sim crente". Isso quer dizer que a nova experiência efectuada por Tomás ao questionar tão sinceramente e honestamente que a raiz de suas dúvidas desapareceria, para "ilumina-lo". - Que Jesus depois precisou ainda afirmar algo, não significa que Tomás era um céptico que agora tenha sido "batido" pela realidade exterior e "forçado a crer" possivelmente com receio do castigo; e sim que Tomás, após isso manteve depois a sua habilidade de alcançar novas convicções ou não. Apesar disso ele teve que supor que existem ainda outras possibilidades de se convencer além de considerar os factos físicos. Jesus sabia o que seria adequado para Tomás. Ele não quis forçar ninguém, o que teria o carácter de uma corte de justiça e ninguém pode encontrar uma intenção de provocar a recusa de uma decisão para a qual ainda não estava maduro.
Uma ciência, o Empirismo = experiências acumuladas, sempre desliga quando algo não se ajusta dentro da imagem antiga, não merece a denominação de ciência. Verdadeiros gênios como Einstein não practicavam este tipo de administração de conhecimentos e sim aplicavam suas pesquisas, pelo contrário, sempre onde havia algo não-esclarecido. Também esta busca pode ser um dos muitos caminhos que levam a Deus – enquanto os motivos são sinceros e ciência não seja corrompida por interesses económicos ou outros interesses problemáticos.
Apenas muitas vezes não são suficientes apenas os trabalhos científicos exteriores com
observação, geração de hipóteses e depois teorias e sua verificação, para as questões das
ciências espirituais e de fé. Nem sempre existe um ser a disposição, que apresenta uma alta
realidade indubitável que possivelmente pode ser reproduzida perante nós (como nos discípulos de
Jesus), ou que abre nossa sensibilidade para isso (como citado em João 1, 51). Entretanto existem
muitos indícios de que, por exemplo, existem camadas no ser humano e além, que não são
originadas do espectro físico de matéria e forças, e sim apenas mostram seu efeito lá: forças
vitais, emoções espirituais, pensamento, consciência... ( alguns exemplos se encontram em
diferentes pontos do texto principal do Caminhosdecristo.net). Muitas vezes as antigas tradições „pré-científicas"
das antigas culturas são desmascaradas como uma antiga forma de experiência e ciência. Mesmo hoje
é possível desenvolver para tais campos da sensibilidade e avaliação, processos apropriados,
como o exemplo das análises científicas de Goethe ou os trabalhos de reconhecimentos teóricos de
Rudolf Steiner mostram. Mesmos os novos desafios científicos da teoria quântica até aqueles
sábios que processam uma nova biologia uma nova geofísica e astrofísica, etc., e em conclusão um
novo "Paradigma" científico, vão nesta direcção; na maioria porém sem buscar uma nova
metódica apropriada para os novos conteúdos, como Steiner o fez.
Assim existe um próximo resultado que os conhecimentos científicos actuais a.) apenas mostram um
corte mínimo da realidade;
b.) que os alicerces das ciências naturais sempre são cada vez mais relativos: Matéria se mostra
como energia comprimida ou até como espírito comprimido; formas de energia podem tomar velocidades
acima da velocidade da luz até o infinito (Táquiones...); assim se pode até „rejuvenescer",
o tempo será ainda mais relativo do que na Teoria da Relatividade; eles podem assim até
desaparecer do nosso espaço e reaparecer novamente em um tipo de Além/Transcendência – de
maneira que também o espaço é ainda menos absoluto do que já é através da assim chamada „Curvatura"
do espaço. Resta agora a „Informação" imaterial da cibernética (sem energia e matéria),
que por isso não pode ser descrita com os meios normais. Aqui poderia se falar de
"Consciência".
c.) Agora este seria um colapso da antiga imagem do mundo, ao pé da letra não seria uma „Prova
de Deus", no máximo uma preparação. Para muitos isto é suficiente, pois eles foram apenas
bloqueados pela imagem do mundo materialista obsoleta e agora podem efectuar passos directos para
Deus. Porém, olhem só, isto ainda continua: O que é agora esta "Informação" ou
também os outros assim chamados processos impalpáveis no Universo? O que/quem cria continuamente
nova matéria e energia e dissolve as mesmas novamente? O que/quem é que tanto aqui como em vida
controla os limites da vida e da morte e permite ultrapassar, tanto na vigília quanto no sono? O
que/quem é que se relata continuamente no Universo, independente de tempo e espaço? É o homem,
que pode vivenciar em sua consciência energia, tempo e espaço como de „fora", realmente uma
„Imagem" frutífera de Alguém que pode fazer mais do que isso (ver Gênesis 1,26) ?
d.) Além disso existe o facto que aqui como respostas o caos e o acaso são removidos, mais ou
menos. Pois este mundo e estes seres e este mundo de partículas e também os processos na vida
mostram um grau mais que por acaso na Ordem no caos, em esforços de meta e sentido dentro do todo
como uma obra de arte completa; em elos ausentes como seria necessário para uma evolução por
acaso, etc. Já com este passo de reconhecimento se torna claro que se tornou mais difícil não
crer, do que crer – em uma inteligência original central, que assenta o início e a meta de um
„Programa de Criação", e projecta o caminho com regularidade mutante. Assim se tornou
possível, o que pode levar através do pensamento para o mesmo resultado, como naquele tempo de
aprox. 800 AC, a consciência mística doa antigos povos viam Deus a trabalhar com seus „hemisférios
cerebrais direitos". (Os "Deuses" dos outros povos eram originalmente apenas
denominação para determinadas características de um Deus; apenas depois que esta sabedoria
empalideceu, os mesmos foram vistos como „Deuses" independentes e também confundidos
com seres mais desenvolvidos, que também existiam.) Por vias semelhantes não vieram cientistas
que acreditavam em Deus, como Max Thürkauf, Georg Todoroff, e muitos outros, à crer em Deus.
e.) Fé no sentido de crença profunda é mais que um simples intelectual „Acreditar em
algo".
f.) A estes se adicionam as pessoas que testemunham como místicos, etc. porém também como crente
comum, experiências directas modificadoras com Deus e com Cristo; e os que através deste contacto
também tiveram experiências elevadas reais com o Espírito divino criativo em si próprios. Estes
caminhos podem levar também, de uma maneira bem diversa, mais cedo ou mais tarde, a um
processamento e reconhecimentos sobre a natureza das experiências. Aqui assenta o texto principal
da "caminhosdecristo.net".
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A história prévia: No 1° livro de Moisés (Gênesis), 29, se diz: Então falou Deus,
"Eu vos dou todas as plantas, as sementes e todas as árvores com frutas que tenham sementes.
As mesmas devem vos servir de alimento." Isto correspondia a reconhecimentos que as pessoas, em
primeira instância tem os órgãos de mastigação e digestão de um frugívoro (aquele que come
frutas) e não o de um onívoro (aquele que come de tudo), como se pode pensar, mesmo que para a
maioria dos animais foram cobertas suficientes categorias como predadores, onívoros e ruminantes.)
Após o dilúvio (comprovado arqueologicamente na Ásia Menor), ao contrário Gênesis 9,3 para
Noé: "Tudo que vive deve vos servir de alimento; ... Apenas carne que ainda contiver sangue,
não deve ser comida." Até aqui tudo se relaciona a um tempo antes da aparição dos povos
actuais, relaciona-se então, caso transmitido correctamente, não apenas os Judeus depois.
Após a fuga do Egipto, isto foi confirmado no 5° livro de Moisés (Deuteronômio),14,3-21 e
foram acrescentados maiores detalhes. Provavelmente desde o dilúvio e da circunstâncias, foi
permitido em princípio tudo e apenas evitar os alimentos relativos a alimentação mais
inapropriados. Em alguns casos podem ser encontrados reconhecimentos modernos da moderna ciência
sobre alimentação. Entretanto continuam a existir casos onde é especialmente indicada a
importância da alimentação vegetal, sem que isso tenha sido prescrito de forma vinculativa para
todos, ver Daniel 1,8.
Muitas vezes parece existir um paralelo para com as prescrições múltiplas (hoje em dia quase não aplicáveis), sobre o sacrifício de animais e comer a carne dos animais sacrificados. Já o Profeta Hosea (Oséas) (6.6) falou: "Quero amor, não oferendas de carne, reconhecimento em Deus invés de vítimas de fogo". Em relação a isso, falou Jesus: "Aprendei com isto, o que significa isto: „Quero caridade, não sacrifícios" (Mateus 9,13 e 12,7). Em Lucas 22,11, onde Jesus pergunta, onde ele poderia comer o cordeiro do Passah – que depois na ceia não aparece absolutamente -, existem escritos pré-cristãos „apócrifos" (que não foram colocados no Cânone bíblico ao redor de 400 DC), existe o "Evangelho de Ebion". Lá se pode ler isto assim: "Será que desejo comer carne de cordeiro convosco nesta festa do Passah?". A língua aramaica cuida de utilizar para tais frases algumas palavras a menos, e possibilitava assim diferentes formas de leitura quando o sentido não fosse mais actual. Isto levou a diferentes traduções, que eram muito apropriadas para acusações contrapostas.
A história dos apóstolos (Actos) 15,19 relata da afirmativas do chefe de comunidade Jacó na
comunidade original, que os „idólatras" (ganhados por Paulo), que se converteram a Deus,
não deveria ser aplicada mais nenhuma (não-costumeira) carga. Se disse a eles apenas que,
impurezas através de ídolos (carne de sacrifícios) e incesto deveriam ser evitados e nem comer
sangue nem sufocados." Pelo contrário se vê com o historiador antigo da igreja Eusébio, nos
apócrifos (ver acima) Actos dos apóstolos, etc. a imagem que Jesus, João, Pedro, Jacó, etc., no
mínimo viviam normalmente sem carne.
Mateus 15,11-20 / Marcos 7, 17-21 mostra entretanto que Jesus dava mais valor, "ao que
sai da boca do que aquilo que entra na boca"; porém isto se relaciona a questões dos fariseus
sobre a lavagem das mãos antes das refeições. É a mesma ordenação de valores, como visto na
frase da trave no próprio olho e a farpa no olho dos outros. Ou seja: se trata de pegar a si
próprio ao invés do temor de influências externas. Ao contrário, não é uma prescrição ter
que comer carne.
Segundo Lucas 10,8 Jesus recomendou aos discípulos, comer durante suas caminhadas o que o
anfitrião lhes oferecia. Isto não significa automaticamente, que isto seria absolutamente
indiferente. E sim isto ainda hoje em dia nas terras árabes ode causar as mais incalculáveis
reacções, se alguém recusar uma comida ou bebida bem-intencionada e se isto não for feito com
bastante perícia. Além disso foi dada aos discípulos a capacidade de que mesmo as conhecidas
matérias nocivas não prejudicavam-lhes (Marcos 16,18.). Por isso não tem sentido, exagerar
os paralelos de tais palavras bíblicas e generalizar as mesmas de forma ilimitada.
O corpo é uma ferramenta, e uma que precisa de um trato responsável.
A decisão sobre qual alimentação é apropriada para si, deve ser tomada por si próprio.
Updates
English / Deutsch.
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("Uma oração..." veja abaixo.)
Jesus com seus discípulos e outros acompanhantes eram vistos naquele tempo como um movimento para cura do corpo e da alma. Já que isto hoje em dia não é mais encarado dessa maneira, devemos trabalhar em cima disto.
O desejo de se curar a si próprio.
Jesus apresentava às pessoas não-preparadas em primeiro lugar uma
pergunta importante: "Queres te tornar saudável?" (João 5,6). Jesus falava
para a alma. O doente demonstra seus obstáculos exteriores na sua busca de cura.
Porém, através da pergunta também se faz pergunta se ele realmente quer se tornar
saudável. Esta é a primeira condição de uma cura entendida correctamente. Enquanto o
subconsciente bloquear o caminho para a cura por alguma razão, então a aceitação desta ajuda se
torna difícil. Seria então eventualmente possível, através de algum caminho, aplicar medidas de
primeiros socorros médicos ou influenciar um sintoma. Porém cura é algo mais do que isso, o que
apenas funciona quando o enfermo pode fazer isso por si, ou seja: ligar isso com suas próprias
forças de autocura.
Neste campo não apenas são utilizados os parentes dos que buscam a cura, que estão preparados a
trabalhar junto com o paciente, e sim também „curandeiros „sérios" e pessoas que dão
suporte a curas através de fé ou através de intercessões.
A força da fé.
Mateus 9,22 : Jesus é tocado
em suas veste por uma pessoa que busca a cura e o mesmo se torna são. Jesus: "Tua fé te
ajudou". Aquele que tem experiências de fé irá entender sob esta força de fé em sua
relação com Deus, o que possibilita o processo de cura. Embora também se mostre na medicina o
efeito placebo algo da força de fé humana (onde, por exemplo, se toma açúcar ao acreditar que se
trata de um remédio). Porém neste caso não acontece nenhuma reversão de processos doentios, como
os que acontecem nas curas pela fé.
Jesus é também a imagem primordial de uma pessoa saudável no amplo sentido corporal, espiritual e
intelectual.
Extractos do capítulo "A questão dos Milagres" de nosso
texto principal*): Jesus Cristo referiu-se, não apenas a
muitos curadores do presente, sobre a "energia cósmica" que podia passar através de
todos, e sim referiu-se também a acreditar, a fé em uma possibilidade de cura através dele,
ultimativamente de Deus através da pessoa visível Jesus.
Também hoje existem curas, que como originalmente eram realizadas pelos discípulos com oração e
em referência com o mais íntimo do homem, em conexão com Cristo, que deseja que as pessoas sejam
curadas e assim se completam, que segundo Jesus podem "fazer algo maior" que Ele próprio (João
14,12-13).
Porém a cura espiritual em si e o progresso psicológico e espiritual combinado com aquilo que
permanece uma piedade e não pode ser forçada. O ser humano pode apenas fazer algo para se preparar
para isso.
As curas eram muitas vezes sinais, acções que significavam algo maior e mais fundamental. Durante
a cura do cego de nascença no Sabbat Jesus respondeu que não era ver os pecados como razão da
doença e sim que "a acção de Deus (isso é a razão) estava a revelar-se nele". Ver
João 5, 6-9; João 6, João 9, 3 entre outros.
Hoje em dia não é mais improvável que também através de muitas experiências e reconhecimentos
nos limites da ciência, que Jesus realmente pode ter influenciado as forças naturais. Para se ver
estes fenómenos no olho, pode se importante para nossa imagem humana actual, para uma cura completa
e/ou cristã.
A aplicação das mãos.
Nem sempre, mas com frequência, Jesus e os discípulos aplicavam as
mãos para curas. Esta práctica ainda sobrevive até hoje de forma esporádica. A pessoa que aplica
as mãos sobre a cabeça ou sobre os ombros, diz uma oração nesta oportunidade, se possível
acompanhada pela comunidade. Isto apóia a compreensão e a consciência, de ser um canal para a
ajuda de Deus. Isto pode ser entendido de maneira simbólica. Porém em razão dos reconhecimentos
dos modernos esforços de cura espiritual –também entre eles encontram-se cristãos conscientes-
sabemos que isto é uma realidade. No cristianismo antigo, se falava de "Pneuma", o
hálito de vida ou Espírito Santo*), que foi transferido. Esta práctica foi utilizada tanto nas
intercessões de cura como também para bênçãos, parcialmente ligadas com outros esforços. Ver
por exemplo, Mateus 19,13; Marcos 8,23; Marcos 10,16 (Benção de crianças); Lucas 4,40-41 (Cura e
& exorcismo de espíritos); Lucas 24,50 (Benção dos discípulos); Actos dos Apóstolos 6,6 e
19,12 bem como 28,8.
Uma intercessão para cura porém não é conjugada obrigatoriamente com a aplicação das
mãos. Entretanto isto também funciona a distância (mesmo que isso possa ser recebido como
difícil.
Sofrimentos (aflições) espirituais.
A cura da psique, forças vitais e do corpo são interlaçadas. Apenas um aconselhamento espiritual ou de vida já podem por isso ter influência sobre males espirituais – se também os bons conselhos forem aplicados, invés de continuar com os erros na maneira de vida.
Extractos do capítulo "O fervor sagrado e... emoções" do
texto principal *): Jesus viveu constantemente em „temor
positivo perante Deus" e compaixão com as pessoas... Nas pessoas normais quase todas emoções
estão misturadas pelo menos com mecanismos de estimulação/resposta inconscientes que variam
biograficamente e são diferentes na sua intensidade, porém são bastante similares na sua
estrutura básica. É um processo de aprendizado lento o olhar para si próprio sem se
satisfazer com interpretações de outros e sempre buscando mais tais mecanismos nas próprias
reacções e olhando para os mesmos e depois finalmente dominar as mesmas e/ou entregar isto a
Deus.
Não é muito efectivo querer trabalhar em complexos de problemas completos de forma costumeira.
Seria mais eficiente primeiro localizar os tipos individuais de tais experiências e com isso
diferenciar conscientemente também se se trata de uma "Tora de lenha nos próprios olhos"
ou de um "argueiro nos olhos dos outros" (Mateus 7,1-5), e quem é assim
responsável. Muitas escolas cristãs salientariam a primeiro de maneira enfática, porque é mais
difícil (e primeiro precisa ser aprendido) e porque alguém pode corrigir principalmente seus
próprios erros. Na práctica psicológica foi mais preferido o outro ponto-de-vista como víctima.
No final será notado que, apesar disso ambos lados serão utilizados (de maneira maior ou menor).
Uma possível práctica para isto é: 1. por exemplo, olhar
interiormente o sentimento interpretado como negativo, como o mesmo acontece concretamente (por
exemplo medo, ódio e ira, indiferença e arrogância, dúvidas exageradas, ...). 2. ao invés de
pesquisar, aguardar um momento calmo, para se tornar se possível consciente do que se trata. Depois
o 3°; transferir a Deus este problema, que se tornou sensível fisicamente em oração**). 4.
aguardar calmamente até que sinta um pouco de alívio.
Isto poderia, junto com alguns exercícios meditativos***), por exemplo, como pode ser sentida uma
corrente de forças regeneradoras que flui para cima e, em determinadas circunstâncias, depois uma
corrente que flui de cima para baixo das mesmas forças. Também seria possível „expirar" a
emoção negativa, etc. com a respiração, e ao espirar se possibilitar que possa entrar algo de
positivo vindo da caridade divina (uma variante da oração contínua dos monges cristãos
na montanha de Athos, citada no capítulo "O silêncio no deserto" no nosso texto
principal.)
Problemas mentais.
Extracto do capítulo "Esclarecimento do texto principal*: Existe o „Pensamento Positivo" a "Afirmações" positivas (directrizes). Caso não egoístico e não-megalomaníaco e sem manipulações técnicas se pode realmente mudar o pensamento para um estado mais perto do que possa vir de Deus. Isto poderia abrir alguém para Deus. A literatura nestas direcções deixa a desejar em relação a tomar cuidados ao discutir isto e isto pode levar muitas vezes a um auto-engano.
"Problemas de destino".
Existe, por exemplo (vindos dos modernos esforços de cura espiritual) a experiência que existem casos onde se tem a impressão que uma cura (ainda) não foi permitida ou ainda é „não-autorizada". Isto é algo como um estágio dos "Programas". Pode ser que, por exemplo, o enfermo ainda „quer" ou deve aprender algo da doença. Isto porém é uma solução acessível com Deus. Ver para isso a secção superior "O desejo de se tornar são/saudável".
Questões de carácter legal.
Uma cura pela oração inclusiva a aposição das mãos é garantida,
por exemplo, na Alemanha através da liberdade de exercício de religião. Quem porém desejar
oferecer isto além do uso doméstico em círculos privados ou da igreja como prestação de
serviços, deveria antes se informar sobre o aspecto legal. Caso neste caso sejam efectuadas
actividades que outros possam considerar como diagnóstico ou terapia directa – mesmo que estas
sejam oferecidas de modo gratuito ou a base de donativos -, na Alemanha dever-se-ia apresentar um
teste de médico naturalista ou um diploma de medicina (terapeutas espirituais por exemplo, cuja
práctica na maioria diverge da cura pré-cristã clássica, porém também tem muitos pontos em
comum com estas, podem muitas vezes identificar enfermidades com as mãos, etc.). Embora fosse
desejável que as leis reconhecessem o carácter especial destas actividades de maneira
não-burocrática, a "Dachverband Geistiges Heilen"****) (sociedade central de curas
espirituais) recomenda também, sob estas circunstâncias, a realização de um teste para medicina
naturalista. Teoricamente é permitida uma forma simplificada do mesmo quando apenas assessoramento
psicológico do cura espiritual são exercidas. Se esta forma simplificada pode ser realizada em
toda parte, é outra questão.
Na Inglaterra, por exemplo, os „Curandeiros Espirituais" são aceitados em geral e também
autorizados em hospitais.
*) O „texto principal" trata este e outros pontos de um aspecto amplo, ou
seja: analisa as possibilidades de desenvolvimento humano, também a „cura" no aspecto mais
estreito.
**) No geral, para uma melhor posição ao orar, ver também nossa página "Uma oração
pela paz..."
***) Ver a página "Meditação Cristã"
****)
World Federation of Healing - no mundo inteiro muitos grupos diferentes. http://www.wfh.org.ukRetornar para o índice desta página
.
Todos os crentes cristãos podem abençoar tudo e a todos, caso sentirem Deus, que estiverem em harmonia com a crença e se estiverem confessos a Deus. Não existe apenas a benção comum através de sacerdotes e padres 4. Moisés (Números) 6:23 - 7:1.
VOCÊ também pode conceder bênçãos – mesmo como leigo. Para isso não é preciso nenhuma fórmula e não se precisa falar alto, apenas a posição interior correcta é necessária, neste caso então: "A Benção do Senhor esteja convosco, como Ele desejar". Deus não fará algo errado de sua benção. Este costume se tornou raro, porém poderia ser de grande ajuda.
Existem muitos pontos na Bíblia relativos a Benção. Algo típico dos diversos aspectos da Benção: Zacarias 8:13; Apóstolos 3:26; Êfesos 1:3; 1 Pedro 3:9-12; Hebreus 6:7. Outros pontos da Bíblia relacionados: Mateus 5,44 e Lucas 6:28; Romanos 12:14; 1. Moisés (Gênesis) 9:1; 5. Moises (Deuteronômio) 11:26; Salmos 115:13; Versículos 11:25.
*) Subentende-se que: onde, por exemplo, armas são abençoadas, os anjos teriam problemas com tais "Bênçãos" ...
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O lamento como parte integrante da prática cristã.
Muitos círculos cristãos, austeros e tementes a Deus, evocam uma única visão, os cristãos devem-se resignar ao seu destino, e não devem criticar a evolução do Mundo: podem sim, rezar por uma melhoria ou fazer algo. Mas "lamentar-se amargamente" a Deus – ver a Lamentação no Antigo Testamento – aparece apenas em casos raros na literatura "Don Camillo e Peppone". Em todo o caso aparece nalguns ofícios eruditos, e nas orações privadas. Compara-se ainda as práticas judaicas no Muro das Lamentações em Jerusalém com esta situação, sem se querer recomendar, actualmente, algo da mesma natureza para os cristãos; é evidente, que esse elemento de fé tem uma grande importância
tal como o merecimento e as promessas
especificamente cristãs, como é o caso do Sermão da Montanha (Mateus 5:5
"Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a Terra"). Num
mundo ainda dominado por essa tendência, pensamos que os cristãos ainda não
estão preparados para tais promessas. A Promessa não é indissociável da graça
e pode ou não acontecer. Promessa é promessa. Quando é redimida, pode
depender do círculo dos Homens, e/ou das suas "preces".
("E, desde os dias de Joäo o
Batista até agora, se faz violência ao reino dos céus, e pela força se
apoderam dele ". Mateus
11:12.)
Já não era claro, sobre quem ou o quê se podia queixar. Sobre outros homens? Ou sobre – o que alguns teólogos explicam como – um poder diabólico, que pode ter participado na tentação dos Homens? Todos podem ter a sua parte de responsabilidade. Ou podem pensar "isso foi-nos permitido" (com muitos pensamentos humanos "porquê..."). Mas virão estas "ideias", de que algo pode ou não ser "permitido" e que as regras do jogo irão aperfeiçoar os homens, apenas do Altíssimo? Isso seriam pensamentos confusos, de que Deus seria responsável pelo mal do mundo ou por todas as "permissões". Nos primeiros séculos os padres das igrejas, ainda hoje respeitados, falavam e escreviam das tradicionais hierarquias dos anjos, que ficam entre Deus e os Homens. Os agnósticos falam de "Arcontes" com características problemáticas. Também outras culturas aproveitaram alguma experiência da sua sabedoria como por exemplo, o Livro dos Mortos Tibetano está cheio de recomendações sobre como podemos evitar tais seres depois de mortos. Justamente aquilo que toca as coisas fundamentais, que vai além das mútuas acusações mesquinhas das pessoas, poderia um dia confirmar que neste jogo há a participação decisiva de uma "direcção" não totalmente isenta de erros, abaixo do Mais Elevado, também abaixo de Cristo – mas que em comparação com as pessoas ou até sem comparar directamente com forças negativas, está num nível excepcionalmente "elevado".
Resultado: É muito fácil queixar-se a Deus, pois Ele permanece o verdadeiro companheiro de conversas, mas não faz sentido queixar-se Dele. Estas queixas podem também conter o conhecimento de Deus para com os sentimentos humanos correspondentes, mesmo quando estes sentimentos trazem tristeza e desgosto sobre injustiças (Mateus 5:6). Então Deus transmite as soluções. Esta lamentação demonstra, no fundo, um modo especial de oração fervorosa. O amor, ou apreço perante Deus ou Cristo vem disso; esta culpa também, decai em pura negatividade, que não pode assim ser levada a Deus, mas antes para outra parte.
Outro caminho é o de que este sentimento pode aparecer primeiro como descanso, de tal forma que uma oração clássica e pura se torna possível. Onde Deus se manifesta em todas as formas de agradecimento e súplica. É certamente um comportamento apropriado rezar deste modo perante Deus. É permitido lamentar-se, no sentido atrás referido se for necessário e honesto (autêntico).
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Uma via cristã para processamento dos acontecimentos da vida.
– Aquele que procura - Jesus como Exemplo e ajuda - progressos a
partir da própria imperfeição para as qualidades futuras (ver a página "Ética":
não prejudica e sim ajuda...), se deve tornar primeiro consciente de suas
próprias falhas de carácter, dos erros cometidos e outras coisas erradas, ao
invés de mandar todos os defeitos, problemas e falhas na conta de outros (ver
Mateus 7:1 não julgai, para que não sejais julgados. 2 Pois serás julgado de
acordo com o que julgares e com qual metro medires, sereis medido da mesma
maneira. 3 Como vês o argueiro no olho do teu irmão e não vês a trave no teu
próprio olho?...).
Isto deveria, logo que possível, ser anotado com tanta paz interior quanto
possível (ver nosso Capítulo do texto principal "O Silêncio no
Deserto") com consciência como na produção de um 'Producto' e na
busca de possibilidades de melhora, bem como a observar o sucesso. Ou seja: se
pergunta sobre o próprio esforço: neste caso pode se tratar de uma oração
correspondente e pode ser auxiliado de acordo com a Fé; porém isso só virá
com uma prática séria e absolutamente sincera com correcções nas posições
tomadas e no pensamento, com mais atenção aos sentimentos negativos e
finalmente com modificações do comportamento. O todo fica muito mais
fácil quanto mais as partes mais finas forem analisadas diariamente de tal
maneira e depois passadas a Deus de maneira individual nas orações... (ver
o Capítulo "O Zelo Sagrado e pontos de vista das emoções".)
Justamente os costumes mais profundamente enraizados são muito difíceis de
modificar, pois os mesmos estão ancorados em uma camada no subconsciente da
personalidade. Para isso muitas vezes neste percurso são necessárias
experiências em reconhecer origens no subconsciente e no inconsciente (porém
pode acontecer de imediato, como com os fumantes que podem parar para sempre num
momento de decisão forte. Ver o Capítulo "O Depoimento de
Cristo").
O "Olhar para e – processar de maneira consciente com ajuda das
orações" seria, por si próprio, já um caminho espiritual que pode levar
bem ao longe e pode acompanhar a pessoas ao longo de toda vida; que também com
uma prática intensiva já poderia trazer avanços importantes dentro de
pouquíssimo tempo. "Camadas Profundas" das oportunidades que estão a
serem „limpadas" podem ainda estar por serem processadas, embora tenham
sido já melhoradas em grandes medidas.
– Surgirão também incitações da Consciência ... (ver Mateus
5,5 e 5,9 ...).
(Esta prática é utilizável em primeira linha quando se tratar de melhoramentos na maneira do comportamento, que foi visto antes do ponto de vista psicológico e que está no âmbito do "Normal". Quando se tratar de melhoramentos de estado que são considerados como doentios sob o ponto de vista actual, seria mais necessário que uma pessoas auxiliar respectivamente experiente treinada sob aspectos psicológicos (em algumas circunstâncias) pudesse acompanhar este percurso de forma activa, pois a independência seria ainda mais limitada ao considerar os próprios problemas, o que acontece sempre com todas as pessoas que devem olhar para as suas próprias fraquezas. Se alguém se sentisse assim tão limitado que isso não funcionasse mesmo com esse apoio, então ainda seria possível que tal pessoa auxiliar orasse pela pessoa, em complemento a uma terapia apropriada. Condição prévias seria que se buscasse auxílio, pois mesmo de Jesus é conhecida a importante frase "Queres te tornar saudável?" Ver nossa página "...Cura".)
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Primeiro gostaríamos de afirmar que o ser humano, também segundo as mais recentes pesquisas científicas *) não é aquele ser egoísta previsto pela teoria económica liberal anterior. Apenas uma minoria se ocupa com base no seu próprio interesse. Para a maioria os outros valores (como um trabalho voluntário em conjunto) desempenham um papel tão grande quanto o mesmo, na maioria um papel decisivo. Este "Altruísmo recíproco" não leva (como também o egoísmo) automaticamente para o melhor da sociedade completa, e sim pode ter um efeito como uma formação de grupos separados (maltas). Isto só pode ser ajudado através de decisões éticas conscientes e consequentes.
Aqui podem ser tomados pontos de vista psicológicos e religiosos/éticos. O ser humano foi criado para ser simultaneamente um ser social e um ser individual de maneira uniforme. Tanto uma autoconfiança (não exagerada) saudável como também uma posição solidária em relação às outras pessoas podem ser treinadas de acordo com a respectiva sinceridade. Onde apenas o lado egoísta parece estar presente, o lado altruísta ou não está desenvolvido ou foi atrofiado, entre outras, através da dura „escola" da sociedade ocidental. As sociedades socialistas salientam de forma unilateral a solidariedade e muitas vezes deixam atrofiar o lado individualista das pessoas com ânsia de liberdade – e também não correspondem dessa maneira ao que as pessoas intentam. Onde as pessoas não encontram relações equilibradas, isto será mostrado mais cedo ou mais tarde através de críticas, etc. Ou se aprende isso a tempo ou cedo ou tarde se vai derrocar. Isto também é válido para a forma de economia dominante hoje em dia, que é assinalada pelas multinacionais de abrangência mundial. Jesus dava preferência a primeiro esclarecer os respectivos problemas domésticos (Mateus 7).
Embora os valores do sermão da montanha (Mateus 5-7) ** etc.
não possam ser traduzidos directamente nas instruções de comportamento sociais. Porém a cisão
de consciência não estava no pensamento de Jesus, por exemplo, tratar na vida privada segundo a
oração de amor ao próximo, e utilizar nas funções profissionais ou sociais os princípios
absolutamente contrários. Uma ética séria *** deverá ser mantida em todos níveis, e também
pode ser mantida também para todo o mundo. Por exemplo, o valor da caridade e que Jesus também na
práctica se dirigiu aos pobres, está indiscutivelmente acima dos serviços sociais relevantes
conhecidos da igreja - também para o trato humano dentro de empresas. Também Mateus
22,17 tem um significado muito práctico, onde lá, além da
caridade também é confirmado o „décimo" (dízimo) tradicional de Jesus, ou seja: um
donativo de 10% para fins caritativos e religiosos além do imposto romano.
A parábola em Mateus 25,14-30 / Lucas 19 toma conhecidas correlações. A dependência (em
Lucas, por exemplo, a posição ética de um inspector de alfândega, em Mateus, por exemplo, a
parábola anterior sobre as forças da fé de virgens) mostra porém, que algo mais abrangente
deverá ser previsto, do que a multiplicação de bens materiais ou finanças. Isto é visto mais
claramente em Lucas 12,33 e Mateus 6,24, onde valores morais são colocados acima dos
terrenos. Apesar disso o trato responsável de bens confiados se relaciona aos materiais. Também
lá onde se aconselhar, por exemplo, apoiar os pobres e necessitados, será dado um valor a essa
ajuda material ou financeira/ dinheiro, ao invés de desprezar tudo que é material de forma geral
como se fosse sem valor. Trata-se de, por exemplo, para que o bem ou dinheiro vai ser empregado.
Por exemplo, para mentir ou enganar, conspirar, e aplicar projectos, que não foram comprovados de
maneira suficiente, serem inofensivos para as pessoas (não-criminosos) e outros seres, não está
no sentido de uma comunhão responsável, como Jesus demonstrou em todas ocasiões. Jesus não
ensinou também a sempre colocar em primeiro plano as assim chamadas „Obrigações".
Do Islã a proibição de juros
é conhecida Porém Judeus e Cristãos podem encontrar também tais conselhos na
Bíblia (no Antigo Testamento mesmo são proibições):
Ezequiel 18:8 e 9: "Aquele que não toma juros exorbitantes, aquele que não
pratica (outra tradução: , o que recua sua mão de coisas incorrectas, que
distribui o correcto entre o povo, que muda para minha direita e segue meus
Mandamentos, que faz seriamente: este é um homem crente, que deve ter a vida,
diz o SENHOR."
Ver também Esra 7:24 (proibições de juros, alfandega e impostos para
determinadas profissões);
Versículos 28:8 foi aplicado muitas vezes confortavelmente de tal maneira que
tornou o manuseio de dinheiro vindo de juros indiferente, pois o dinheiro
retornava aos pobres novamente através dos ricos. Onde hoje o dinheiro é
empregado contra os interesses dos pobres ou do segredo, as condições prévias
dos versos não são cumpridas. Para cumprir a ordem de valores neste verso, é
exatamente necessário saber, para que o dinheiro será empregado.
No Novo Testamento, ver juros comerciais também Mateus 23:23 e Mateus 17:24.
Para este processamento nos interessa mais, o que também aparece como de valor
a ser pensado, for abandonado como o Antigo Testamento surgiu. Por isso não nos
aprofundaremos no Deuteronômio 23,20.
*) Assim afirmado por Ernst Fehr, Director do „Instituts für Empirische
Wirtschaftsforschung an der Universität Zürich" (Instituto para pesquisas económicas
empíricas na Universidade de Zurique), segundo entrevista na revista "Spektrum der
Wissenschaft" de março de 2002, "Reziproker Altruismus..." (Altruísmo recíproco).
**) Mais no ponto de vista espiritual estes valores são citados no capítulo sobre o sermão da
montanha: no parte 1 do caminosdecristo.net.
***) Ver também nosso capitulo "Princípios básicos da Ética".
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.
Mateus 22, 21; Marcos 12,13-17; Lucas 20,20-26: "Dai a César o que é de César, e dai a Deus o que é de Deus" é uma posição realística em relação ao pagamento de impostos ao domínio romano. Mostra-se assim uma clara diferença entre as funções estatais e religiosas. Pelo contrário, aqui não é nenhuma submissão básica contra as autoridades; Actos dos Apóstolos 5,29: "...Devemos obedecer mais a Deus que aos homens." Da mesma forma Jesus também não justificou automaticamente cada derrota com "Obrigações".
Por um lado a escala geral de valores do sermão da montanha (Mateus
5-7), etc. não possam ser traduzidos directamente nas instruções de comportamento sociais.
Porém seguramente não estava no pensamento de Jesus, por exemplo, tratar na vida privada segundo o
mandamento de amor ao próximo, e utilizar nas funções profissionais ou sociais os princípios
absolutamente contrários. Uma ética séria **) deverá ser mantida em todos níveis, e também
pode ser mantida também para todo o mundo.
Por exemplo, não estaria no sentido da verdade e responsabilidade, que Jesus demonstrava, se
afirmar com métodos escusos perante os concorrentes, enganar o público, aplicar projectos, que
não foram comprovados de maneira suficiente, serem inofensivos para as pessoas (não-criminosos) e
outros seres.
Um conselho profético pode ser visto em Jeremias 29,7:
"E procurai a paz da cidade, para a qual fiz que fôsseis levados cativos e orai por ela ao
Senhor; porque na sua paz vós tereis paz." Isto efectua uma decisão a favor do sentido em
comum, mais próximo em amplo sentido. Aos cristãos é pedido que se leve a frente se
interessar pela sociedade como também através de Mateus 5,13, Mateus 13, 33 etc., e se
tornar assim o "Sal da Terra".
Porém também podem surgir para os cristãos, onde os mesmos precisarão se distanciar das
inconveniências da sociedade: Apocalipse de João 18,4: "E eu ouvi uma outra voz do
Céu, que falava: Sai dela povo meu (da cidade „Babilônia"), para que não seja participante
dos seus pecados e para que não incorras nas suas pragas!"
*) O sítio da Web caminhosdecristo.net não tem qualquer fim político. Aqui são
dadas apenas incitações gerais relativas a este assunto.
**) Ver também nosso capitulo "Princípios Básicos da Ética"
Ver também nosso capitulo "Pontos de vista cristãos na economia e em
questões sociais".
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.
O Filósofo Prof. Dr. Jürgen Habermas ***), até agora citado como não-religioso, reconheceu a importância de idéias religiosas também como raiz dos valores e da coesão social de uma sociedade mundial. A imagem divina do homem, criado com a capacidade e o direito a liberdade, pode também dizer algo como também „religioso não-musical", como o mesmo se estima. O mundo permanece dependente de reconciliação e perdão, ou seja: valores também originários da religião. Ele cita o „sofrimento dos inocentes maltratados, aviltados e assassinados, que ultrapassa toda dimensão de possível reconciliação humana". "A esperança perdida da ressurreição deixa um vazio perceptível" (na sociedade secular).
Nos cristãos esclarecidos, Habermas encontra prestações prévias
de peso que o pensamento ocidental agora também deveriam ao contrário ser prestadas a estes
cristãos:
- A consciência religiosa deveria processar os encontros „dissonantes" com outras
confissões e religiões, de acordo com as experiências.
Comentário: Sempre se pode citar no ocidente uma certa civilização no trato, que porém também
é limitada. Pontos de vista que poderiam ser vitais para um diálogo ecumênico ou inter-religioso,
encontram-se espalhados no nosso texto principal e em algumas páginas extra, como por exemplo,
relativos as Igrejas e relativos a Ética.
- Se deve continuar ainda a se submeter às „Autoridades" científicas".
Comentário: do ponto de vista desta página, a maioria científica muitas vezes não está no
salientado ponto mais avançado possível, ou não quer reconhecer isto por razões científicas ou
de outra natureza. Esta forma de autoridade se tornou duvidável por isso em muitas questões.
Também no sector científico existe uma falta de sinceridade interdisciplinar e no pluralismo
requerido. Isto é especialmente válido para questões essenciais, que tocam a imagem humana, como
na técnica genética (cuja problemática Habermas também citou); como também nas restantes
ciências naturais. O problema é considerado em diversos pontos de nosso texto principal ao longo
dos passos dos Evangelhos. Porém é certo que um diálogo entre religião e ciência é mais que
necessário. Agora, segundo nossas experiências, também deveriam ser incluídas as novas correntes
das ciências naturais **), ou seja: também a „pesquisa alheia", etc. Além disso deveria,
da parte da religião, ser incluídos também as experiências originárias de processamento
consciente de experiências religiosas profundas, ao invés de apenas pensamentos teológicos da
natureza e carácter comuns. Apenas assim é possível falar entre si. Os diálogos até agora à
base de paradigmas científicos obsoletos (condições prévias básicas, imagens mundiais) ou
idéias abreviadas da cristandade são inadequados. Mesmo cientistas de espiritualidade poderiam
lucrar com um tal processo, onde uma pessoa se torna uma Pessoa, sua alma se transforma em uma Alma,
ao invés de apenas uma simples função cerebral química.
- A consciência religiosa deveria ser iniciada das „Premissas de um estado
constitucional...". O mesmo indica, que destrutividade pode resultar no campo religioso sem
este passo. Comentário: Este ajuste de cristãos modernos aos valores libertários também é
parcialmente um passo na direcção das origens antes da confusão do cristianismo com instrumentos
estatais de repressão desde 325 DC.
Enquanto também círculos cristãos e religiosos se ajustaram ao trato com dispositivos seculares na maioria ao seu idioma, segundo Habermas, agora os círculos que pensam e falam apenas de maneira terrena em diálogo com os cristãos ou pessoas religiosas, deveriam se adaptar ao pensamento real, ao invés de simplesmente „eliminar" „aquilo que se pensava antes". Maiorias seculares não deveriam „empurrar" decisões por maioria nas questões essenciais para os crentes, sem que tenham controlado seriamente o que eles mesmo podem aprender da objecção deste lado. Comentário: Então, os cientistas naturais, políticos, etc., deveriam se ajustar a „aquele Algo" nas conversas com cristãos, que oscila adicionalmente em termos como „guardar a Criação", „Criatura", mesmo „Ser Humano", etc., em relação a termos como Cosmos, Biosfera, Ecologia, Ser vivo, Homo Sapiens... .
Habermas pensa sobre um „terceiro Partido" que adjudica entre religião e ciência: Um „Senso Comum democrático esclarecido" (racionalidade)); e isto em uma sociedade pós-secular, que se ajusta a continuação de grupos religiosos. Comentário: Isto funcionou pouco até agora, por exemplo, na Alemanha, ou apenas onde no mínimo as grandes igrejas precisaram ser mais ou menos incluídas no processo de discussões. Nos EUA, por exemplo, a confirmação religiosa dos indivíduos goza de uma grande atenção; porém os valores religiosos chegam lá em uma forma de sociedade secular, de tal maneira que quase não podem mais ser reconhecidos.
*) FAZ/ SZ 15.10.2001 ou em alemão
Internettext.***) Comentário: Habermas e demais sentidos filosóficos:
Jürgen
Habermas pertencia, junto com Theodor W. Adorno e Herbert Marcuse à
"Frankfurter Schule" (Escola de Frankfurt), que com sua "Teoria
crítica" influenciou muito o movimento de estudantes de 1968 , e incluiu
os pensamentos modificados sobre o neo-marxismo, esclarecedor e ateísta.
De um ponto de vista conservador filosófico e teológico, Günter Rohrmoser
criticou a teoria e a prática do movimento de 1968 já em 1969. Ele viu esta
'Utopia' deles como uma religião substituta (e com isso, como uma concorrência
ao Ensino da cura / Escatologia') da Igreja, e tentou salva-las de, por exemplo
os antigos ensinamentos de Agostinho (Augustinus) de "Dois (permitidos por
Deus) Reinos" – Religiã e Estado -.
Tanto os representantes da Frankfurter Schule como seus adversários
conservativos cristãos e liberais eram e são parcialmente ainda hoje ainda
grandes em listar todos os argumentos de maneira unilateral, que dispõem sobre
os outros ou que permitam apresentar o "Lado contrário"
incorrectamente como um bloco unificado. Assim eles perdem uma chance de
procurar diferenciadamente o que vale a pena na ordem dos valores tradicionais e
os outros perdem a chance de olhar dentro do que os novos movimentos sociais,
para além das distorções ideológicas, qual seria o motivo "emancipatório".
Entretanto muitas pessoas na Alemanha e outros países fizeram bastante
progresso nesta discussão, pois muitos não estavam mais preparados a se deixar
„comprimir" nas antigas „frentes de batalha" de 1968. Na pesquisa
porém, este progresso não foi ainda completado – sempre surgem novos livros
onde o adversário é responsável por todo o mal e onde o comércio de alguns
amigos parecem ser imaculados.
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Pontos de vista gerais cristãos sobre questões ecológicas *)
.Génesis 1:26-28 "E Deus disse: Façamos o Homem a nossa Imagem e Semelhança**). O mesmo deve dominar toda a Terra... " Isto não significa de maneira alguma (como se tornou na prática) que o Homem pode se portar irresponsavelmente perante o meio-ambiente. Muito mais aqui o assunto é a visão original de uma humanidade que se torna o cume da Criação com qualidades semi-divinas. É muito mais a autoridade natural de uma pessoa, que pode "denominar" outros seres, e que se deve portar com muita responsabilidade com os mesmos. Génesis 2:15 denomina esta responsabilidade assim: "E Deus tomou o Homem e colocou-o no Jardim do Éden, para que ele o construa e guarde ". Este "Guardar" relaciona-se com uma Criação viva que continua a se desenvolver. O Homem, depois (ver História do Paraíso) saiu dessa comunhão com Deus e sua Criação e se tornou egoísta. Já que agora os princípios básicos foram suprimidos, o Homem precisa agora processar todos os princípios básicos espirituais novamente, ao invés de reclamar suas autorizações.
Também no Novo Testamento a Criação foi levada em
consideração em alto grau: Em Romanos 1:20 se escreve que "O ser
invisível Deus, Sua força eterna e Divindade são reconhecidos desde a criação
do mundo nas obras da Criação". Romanos 8:19 "Pois a espera
saudosa da Criação aguarda as revelações do Filho de Deus" (outra tradução;
"aguarda os Homens libertados", ou seja: do Homem que se tornou
perfeito.) Romanos 8:22 - Pois sabemos que toda a Criação suspira em
conjunto e ainda sofre as dores do parto em conjunto até agora. Marcos 16:15
- E Ele falou a eles: Sai pelo mundo e pregai o Evangelho de toda Criação.
(ver também Colosser 1:23).
Agora Jesus Cristo ajuda. Também ele não retira a responsabilidade para homens
e seres; e sim ajuda a que os Homens "sejam perfeitos como o Pai no Céu
" (Mateus 5:48), ou seja: assim como foi pensado no princípio, de
maneira que a sua responsabilidade possa ser assumida. Apenas depois a Criação
pode ser unificada novamente. Apenas isso presume que esta ajuda seja aceita por
eles. Um avanço do Homem sem Deus é considerado como "indesculpável"
como dito em Romanos 1:20.
No Apocalipse de São João (para o seu carácter,
ver a Parte 2 de nosso Texto Principal) são citados entre outros,
acontecimentos catastróficos, que podem atingir a Humanidade ou parte da mesma
e o restante da Natureza. Porém, em nenhum ponto estes efeitos colaterais em um
período de correcções divinas, são indicados como positivos ou como metas
reais divinas e em nenhum ponto do Apocalipse são desculpadas pessoas que
tenham colaborado para extinção de espécies ou outras catástrofes e também
em nenhum ponto as mesmas são solicitadas a colaborar neste sentido.***) Muito
mais esta civilização frívola é vista no Apocalipse de maneira
excepcionalmente crítica.
O Apocalipse não modifica a visão positiva do restante do Novo Testamento, por
exemplo, o Sermão da Montanha (Mateus 5 "Os mansos dominarão o Império
Terreno ...").
*)
Esta página da Web não tem carácter político. Por isso aqui são discutidos
apenas critérios gerais e não instruções de comportamento em questões políticas
individuais do Presente.
**) Update
English/ Deutsch
***) isto, por exemplo, não está claro para todos nos EUA.
Ver também nosso capitulo "Princípios básicos de valores éticos".
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.
O início da vida humana.
A imagem humana de cristãos conservadores e
críticos concorda quase de forma unânime que a vida humana é iniciada com
fertilização.
A Bíblia mostra de diversas maneiras a vida humana como uma unidade, desde a
sua origem divina (Ao se reproduzir a vida através de gerações até os
diferentes estágios de desenvolvimento e de idade dos indivíduos. Não
tratamos assim de falar sobre "Vida sem valor ou sem dignidade humana"
em algum período antes do nascimento ou de algum estado de idade ou de doença.
Prof. Böckle indica no "Manual da Ética Cristã" da
história de alguns teólogos – nos quais os textos originais não são
encontrados – que teriam tomado como referência a ovulação (Nidação), que
é efectuada logo após a fertilização, como o período mais importante.
A ciência moderna poderia até ser isenta de mais valores (independente).
Porém também os resultados de pesquisas científicas mostram apenas passagens
fluentes entre o estágio do óvulo fecundado e o ser humano adulto. Sempre onde
a sociedade deseja ver fronteiras, sobre onde é iniciada a vida humana, então
as mesmas são arbitrárias. Assim, por exemplo, cita o Embriologista Erich
Blechschmidt: que primeiro aceitou a "Lei da Biogenética" de Haeckel,
na qual o embrião repete estágios animais das histórias do desenvolvimento,
está obsoleta: cada órgão se desenvolve de acordo com um plano no seu papel
no ser humano. As reacções do embrião podem ser filmadas hoje em dia por meio
de ultra-som. Da mesma maneira, o pesquisador de genética humana, Prof. L.
Lejeune, afirma que nos genes do óculo fecundado já está contido o plano
do organismo do ser humano adulto; nos diríamos que os mesmos são a peça de
encaixe física desta planta. Também na pesquisa de cérebros, na neurologia do
desenvolvimento e na psicologia existem resultados aparentados. Também
processos de consciência e de lembranças podem ser apreciados por pesquisas
completas e sem preconceitos, em estágios de desenvolvimento cada vez mais
prematuros.
Assim a avaliação de valor real também tem um significado além dos limites
dos âmbitos religiosos.
Uma outra questão é porém o uso prático de tais
concepções.
O Mandamento "Não matarás" - Êxodo 20 – foi entendido na
época do Antigo Testamento no sentido de "Não cometerás
assassinato"; onde o pensamento do que é homicídio e o que é assassinato
foi invertido posteriormente. Num sentido mais amplo, este mandamento é
utilizado para toda vida humana, e pelos vegetarianos, é aplicado para toda a
fauna. O moderno princípio de uma "Ética Mundial" ** inter religiosa
contém "uma cultura do temor a toda vida" como princípio
básico.
Mas sempre, como acontece em todo sério serviço de assistência e assessoria a
gravidez, mesmo que eles encorajem a manter a criança e prestam auxílio, deve
ser seriamente levado em consideração a situação pessoal da grávida com as
devidas dificuldades, medos, dores de consciência, etc., ao invés de
amaldiçoar aqueles que se atrevem a sequer pensar em interromper uma gravidez
em curso. As mulheres não facilitam esta decisão na maioria das vezes. Também
se deve pensar na co-responsabilidade dos homens e do meio familiar ao invés de
jogar a culpa unilateralmente nas mulheres.
Quando se trata de reduzir tanto quanto possível as interrupções de gravidez
ou mesmo de eliminar isto de forma completa, então além de todos os esforços
individuais se deve considerar principalmente em facilitar uma vida social com
crianças; ou seja: tratar dos problemas que hoje oferecem condições para uma
parte dos abortos – ao invés de, por exemplo, exagerar ao exigir mais
sacrifícios para aqueles de baixa condição social.
As questões legais *.
Jesus Cristo ensinou aos homens a tomar decisões conscientes sobre
comportamentos morais e éticos, ao invés de se basear principalmente na
pressão de uma norma ou costume legal exterior, como era prática na época do
Antigo Testamento. Porém as normas legais podem oferecer apoio a questões
éticas, como já foi tentado em quase todos os sectores da vida.
Regulamentos de direito criminal (como o §218 alemão), se severo ou
liberal, têm aparentemente apenas um efeito limitado sobre a quantidade de
abortos, no caso de uma comparação internacional. De maneira correspondente,
como já dito, são necessários maiores esforços para a devida solução.
Em combinação com a medicina genética e medicina de
reprodução.
Também nas pesquisas científicas e nas inseminações artificiais existe
internacionalmente um "Consumo de embriões", no qual se tenta
limitar, por exemplo, através da Lei de Protecção aos Embriões da
Alemanha. Actualmente o Diagnóstico de Pré-implantação (PID) oferece uma
nova tentativa eliminar adicionais causas de abortos.
Consequências em outros sectores.
Onde se tratar de protecção da vida, também se deveriam tratar de todos os
perigos aos quais os já nascidos estão expostos – e especialmente daqueles
que estão expostas em conjunto a vida nascida e ainda não nascida. Riscos ao
meio ambiente atingem a mãe e o embrião; o embrião em especial de maneira
ainda mais forte que aos adultos. Isto foi esquecido pelos defensores da vida
muitas vezes e vice-versa. Muitos que se empenham pelo meio ambiente não se
preocupam com os problemas de interrupções de gravidez, o que preocupou muito,
por exemplo Franz Alt já em 1985.
*) "Caminhos de Cristo" não é uma Website
política. Aqui não se escreve contra ninguém e não são feitas exigências
políticas e sim apenas se dá informações sobre pontos de vista gerais.
**) Ver também nosso capitulo "Princípios básicos de valores
éticos".
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para a 1° parte: Os passos nos Evangelhos.
para a 2° parte: Os passos na revelação (Apocalipse de João).
para a 4° parte: Colaborações para o diálogo com outras religiões.
Ir para a primeira página (homepage) com contribuições aditionais.
E-mail: caminhosdecristo.net : Favor escrever se possível em alemão ou inglês. De outra maneira, favor escrever frases curtos. Por favor não enviar emails de propaganda !
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